Publicado em: Vinhos - 5 de novembro de 2013

Diferentes tipos de uvas – Parte 1

Cada tipo de vinho é proveniente de um tipo de uva, ou de uma mistura de alguns tipos selecionados. Pra você entender cada vez mais de vinhos, o Piquiras separou algumas uvas tintas para que você conheça:

Cabernet Sauvignon: Das castas internacionais, talvez seja a uva tinta mais reproduzida nos países do Novo Mundo (Estados Unidos, México, Argentina, Chile, Brasil, Uruguai, África do Sul, Austrália e Nova Zelândia são os principais). É uma uva francesa da região de Bordeaux responsável por muitos châteaux famosos. Costuma gerar vinhos encorpados, tânicos e que podem envelhecer bem.

Merlot: Outra uva de origem bordalesa (natural de Bordeaux). Disseminou-se com sucesso pelos países do Novo Mundo, mas apresenta características distintas da Cabernet Sauvignon. Gera vinhos macios, encorpados, e com muita fruta. Dependendo do produtor e de sua vinificação pode envelhecer bem, mas geralmente seus vinhos devem ser tomados jovens.

Malbec: Uva tinta do sudoeste francês. Nesta região é comum ter o nome de Côt. Contudo, é na Argentina que a Malbec gera os melhores vinhos a ponto de ser a uva emblemática deste país. São vinhos com muita fruta, coloridos, e macios. Toques de especiarias e violeta são sempre lembrados.

Pinot Noir: Uva muito delicada da região francesa da Borgonha. Seus vinhos nesta região são únicos e muito elegantes. Fora da Borgonha, alguns países aventuram-se em cultivá-la. Algum sucesso na Nova Zelândia e nos Estados Unidos. Nos demais países, seus vinhos são relativamente leves, mas sem o mesmo brilho de sua terra natal.

Carménère: Uva da região francesa de Bordeaux, apesar de estar praticamente extinta nesta região. Foi muito bem adaptada no Chile, tornando-se sua uva emblemática. Os melhores Carménères chilenos são encorpados, muito frutados, tânicos e com toques aromáticos de pimenta negra.

Cabernet Franc: Uva francesa do Vale do Loire, mas também cultivada na região de Bordeaux. Costuma gerar vinhos de corpo médio, frutados, com toques herbáceos e florais. Países do Novo Mundo como o Uruguai costumam ter sucesso com esta uva, gerando vinhos mais intensos que os originais franceses.

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