Publicado em: Vinhos - 28 de novembro de 2013

Nem tudo que borbulha é espumante

O fim do ano se aproxima e as pessoas já começam a pensar nas bebidas mais características desta época, dentre elas os espumantes.

O espumante se diferencia das demais bebidas por ser elaborado a partir de duas fermentações alcoólicas. A primeira fermentação é a mesma que se faz para produzir um vinho sem “bolhinhas”.

Só para explicar, fermentação é o que ocorre quando a levedura que se encontra presente na uva come o açúcar, que também está presente nela, e o transforma em álcool e anidrido carbônico (as “bolhinhas”).

É por haver uma segunda fermentação que este produto se torna tão especial. Mas há duas formas de se fazer esta segunda fermentação. A primeira, mais antiga, é denominada método tradicional ou champenoise (por que é assim que é feito o champagne). A segunda é denominada de método charmat. Existe ainda o método asti que é uma variação do método charmat.

Há basicamente dois tipos de vinhos espumantes: o espumante e o moscatel espumante. Só podem ser rotulados como vinhos espumantes estes dois citados. O fato de ter “bolhinhas” não garante ser espumante. E os outros? Os outros não são espumantes!

Além dos dois tipos de espumantes, existem outros produtos, previstos em lei, que apresentam “bolhinhas”, mas que não podem ser confundidos com os espumantes.

Alguns são também provenientes da uva, como o vinho gaseificado, o vinho frisante e o filtrado doce. Outros são provenientes de outras frutas, como a sidra (que é feita de maçã) e outros fermentados de fruta.

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